terça-feira, 11 de setembro de 2012

A origem dos Ciganos



Como vejo muitos ciganos aqui pelas ruas, resolvi pesquisar sobre suas origens.




Os Ciganos
Segundo a wikipedia, cigano vem de “roma” ( singular, rom. em portugues, Homem ) e que na teoria é um conjunto de populaçoes nomades.
Populaçoes  que constituem  de minorias etnicas em diversos paises mundo afora e sao conhecidas por diversos nomes.”Rom” foi adotado pela “Uniao Romani Internacional “ e pela ONU.
Seguindo a Wikipedia aqui na Europa eles sao subdividos em diversos grupos etnicos.
  • Rom (singular) ou roma (plural) propriamente ditos, presentes na Europa centro-oriental e, a partir do século XIX, também em outros países europeus e nas Américas;
  • Sinti, encontrados na Alemanha, bem como em áreas germanófonas da Itália e da França, onde também são chamados manoush;
  • Caló, os ciganos da península Ibérica, embora também presentes em outros países da Europa e na América, incluído o Brasil.
  • Romnichals, principalmente presentes no Reino Unido, inclusive colônias britânicas, nos Estados Unidos e na Austrália.
Além de migrarem voluntariamente, esses grupos também foram historicamente submetidos a processos de deportação, subdividindo-se vários clãs, denominados segundo antigas profissões procedência geográfica, que falam línguas ou dialetos diferentes

Origem e migrações
Os roma originaram-se de populações do noroeste do subcontinente indiano, das regiões do Punjab e do Rajastão, obrigadas a emigrar em direção ao ocidente, possivelmente em ondas, entre c. 500 e c. 1000 d.C.. Iniciaram a sua migração para a Europa e África do Norte, pelo planalto iraniano, no século XI, por volta de 1050. A saída da Índia provavelmente ocorreu no contexto das invasões do sultão Mahmud de Ghazni (região do atual Afeganistão). Mahmud fez várias incursões no norte da Índia, capturando os povos que ali viviam. Segundo o antropólogo José Pereira Bastos, professor da Universidade Nova de Lisboa, no inverno de 1019 - 1020, o sultão saqueou a cidade sagrada de Kannauj, que era então "uma das mais antigas e letradas da Índia, capturando milhares de pessoas, e vendendo-as em seguida aos persas". Estes, por sua vez, venderam os prisioneiros como escravos na Europa. No Leste Europeu, cerca de 2.300 deles foram para a zona dos principados cristãos ortodoxos da Transilvânia e da Moldávia, onde foram convertidos em escravos do príncipe, dos conventos e dos latifundiários.
Na Europa, em razão de clivagens internas e da interação com as várias populações europeias, os roma emergiram como um conjunto de grupos étnicos distintos, dentro de um conjunto maior. Alguns desses grupos foram escravizados nos Bálcãs, no território da atual Romênia, enquanto outros puderam se movimentar, espalhando-se principalmente pela Hungria, Áustria e Boêmia, chegando à Alemanha em 1417. Em 1422 chegam a Bolonha. Em 1428, já havia ciganos na França e na Suíça. Em 1500, surgiram os primeiros ciganos ingleses.


Perseguições
Durante as perseguições do século XV, contra judeus e muçulmanos, começa também a caça aos ciganos. Segundo o antropólogo José Pereira Bastos, professor da Universidade Nova de Lisboa, "eram considerados vagabundos e delinquentes. Na Alemanha e nos Países Baixos, eram exterminados a tiros por caçadores pagos por cabeça. Na Europa, o propósito de extermínio dos ciganos sempre foi muito claro".Os anos de 1555 e 1780 são particularmente marcados por atos de violência contra os ciganos, em vários países.
A falta de uma ligação histórica precisa a uma pátria definida ou a uma origem segura não permitia que fossem reconhecidos como grupo étnico bem individualizado, ainda que por longo tempo tenham sido qualificados como egípcios. O clima de suspeitas e preconceitos se percebe no florescimento de lendas e provérbios tendendo a pôr os roma sob mau prisma, a ponto de recorrer-se à Bíblia para considerá-los descendentes de Caim, e portanto, malditos.Difundiu-se também a lenda de que eles teriam fabricado os pregos que serviram para crucificar Jesus (ou, segundo outra versão, que eles teriam roubado o quarto prego, tornando assim mais dolorosa a crucificação). Caracterizados pelo nomadismo, o modo de vida dos ciganos e suas condições de subsistência são sempre determinados pelo país em que se encontram: os mais ricos são os ciganos suecos e os mais pobres encontram-se nos Bálcãs e no sul da Espanha.
Embora mantendo sua identidade, em alguns aspectos os roma revelam grande capacidade de integração cultural: sempre professam a religião local dominante, da mesma forma que suas danças, músicas, narrativas e provérbios manifestam a assimilação da cultura no meio em que vivem. Sua capacidade de assimilar a música folclórica permitiu que muitas peças fossem salvas do esquecimento, principalmente as do Oeste Europeu. Excluindo as publicações soviéticas sobre o assunto, existem apenas nove livros escritos em romani.
Religião
Os roma não têm uma religião própria, um deus próprio, sacerdotes ou cultos originais. Parece singular o fato de que um povo não tenha cultivado, no decorrer dos séculos, crenças em uma divindade particular, nem mesmo primitiva, do tipo antropomórfico ou totêmico. O mundo do sobrenatural é constituído pela presença de uma força benéfica, Del ou Devél, e de uma força maléfica, Beng, contrapostas, numa espécie de zoroastrismo, provável resíduo de influências que esta crença teve sobre grupos que, em época remota, atravessaram o Irã. Ademais, as crenças ciganas incluem uma série de entidades, cuja presença se manifesta sobretudo à noite. Mas, em geral, os roma parecem ter-se adaptado, ao longo da história, às confissões vigentes nos países que os hospedaram, embora sua adesão pareça ser exterior e superficial, com maior atenção aos aspectos coreográficos das cerimônias, como as procissões e as peregrinações, próprias de uma religiosidade popular, sobretudo católica. Um sinal de mudança se dá pela difusão do movimento pentecostal, ocorrida a partir dos anos 1950, através da Missão Evangélica Cigana, surgida na França. Em seguida a isso, registram-se, todavia, profundas lacerações no interior de muitas famílias, devido às radicais mudanças de costume que a adesão a essa religião impõe, dada a natureza fundamentalista do movimento religioso em questão. Tais imposições muitas vezes acabam por induzir os roma a uma recusa de suas peculiaridades culturais.
A maioria dos roma fala algum dialeto do romani, língua muito próxima das modernas línguas indo-europeias do norte da Índia e do Paquistão, tais como o prácrito, o marati e o punjabi.

Maiores concentrações rom no mundo

Turquia 5 000 000
Índia 2 274 000
Estados Unidos 1 000 000
Brasil 678 000 (est. do governo)
Espanha 600.000 – 800.000

Ciganos famosos

Django Reinhardt, guitarrista de jazz, considerado o pai do jazz na Europa
Mircea Lacatus, escultor cigano, formado pela Universidade Nacional de Arte, em Bucareste, Roménia.
Ceija Stojka, escritora austríaca, foi a primeira escritora de etnia cigana a escrever um livro sobre o Holocausto.
Juana Martin Manzano, designer de moda espanhola, ganhou vários prémios no mundo da moda.
George Bramwell, jornalista da British Broadcasting Corporation, escritor de livros de história natural.
Jarmila Balazova, jornalista e editora checa de etnia cigana.
Alija Krasnici, escritor da ex-Iugoslávia.
Ricardo Quaresma, futebolista português.
Zlatan Ibrahimovic, futebolista sueco.
Eugene Hütz, cantor e ator ucraniano.

 Aqui na Italia, como na Irlanda tambem, é comum ver ciganos pelas ruas. Andando aqui pelo centro de Firenze, passando pelos pontos turisticos, com tanta gente pela rua, voce avista o grupo de ciganos vindo, sempre com um copo na mao, mexendo o mesmo para fazer aquele barulho de moedas batendo no copo. Eles se concentram na maioria das vezes nos pontos turisticos da cidade.
Aonde tem mais fluxo de turistas, no intuito de pedir os seus trocados.No Brasil me lembro de estar pela praia, tomando uma cerveja e vir uma cigana pedir para ler a minha mao, aquele velho truque.
Aqui é diferente, aqui o truque é passar mostrando uma foto de uma criança deitada num leito de hospital, ou uma criança muito doente ( truque comum no Brasil tambem ). Elas passam colocam a foto na sua frente e pedem “por favor um euro”.
Tambem pedem cigarro, se veem uma pessoa fumando, o bote é certo.
Mas uma coisa eu nao entendo. Pelo menos aqui na Italia, os ciganos sao de origem Romena.Sao Romenos, ou seja, tem passaporte europeu. Mas eles nao querem trabalhar legalmente, nao querem procurar emprego, tanta gente ilegal aqui trabalhando de alguma forma, seja vendendo souvenirs ou outras coisas e eles somente pedindo dinheiro. Nao é raro voce ver uma cigana nova, mas nova mesmo, com barrigao de gravidez e com outro filho em seus braços.Eles vao para outro pais, nao trabalham, e o pior, nao aprendem a lingua. Eles moram aqui a seculos e nao falam italiano bem, apenas o basico do basico. Isso é o que mais me choca. Querer viver numa comunidade so entre eles, nas leis deles, tudo bem, mas eles estao em outro pais, devem aprender a lingua, arranjar um emprego para ganhar mais. Porem nao, é sempre a mesma historia. So gostam de ficar vagando pelas ruas pedindo cigarro e dinheiro. O Romeno que migra pra italia sofre preconceito, mais ate que brasileiro ou de outros paises fora do eixo europeu. Tudo por causa da imagem dos ciganos..
Aqui, sao chamados de “zingaro” ( cigano em italiano )
Alguns ficam isolados na rua agachados esperando alguem jogar uma moeda ( muito triste de se ver)
Outros lotam os pontos da cidade que tem fontes tipo “dos desejos “ aquelas que os turistas jogam moedas na fonte e pedem alguma coisa, os zingari (ciganos no plural, em italiano ) ficam proximos e quando a moeda é jogada, la vai ele segundos apos pegar a moeda da fonte.
Porem, viver pedindo esmola nas ruas, catando guimbas de cigarro, e sempre falando na lingua deles, nao é o estilo de vida que eu acho digamos "maneiro",nao sou ninguem para julgar, respeito a cultura deles, como qualquer outra no mundo, so acho que aquela cultura de cigano de tocar violao, musica cigana, dança e etc nao esta mais presente nos dias de hoje. Pelo menos nas ruas aqui da Italia, em que a cultura deles foi trocada pela cultura da “vagabundagem “ .
 

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Coronel Parker : O controverso empresario de Elvis Presley

Esses dias vi uma especie de minisserie sobre o Elvis Presley, que além de mostrar  o lado do sucesso da estrela da musica, mostrou tambem seus dramas, e uma relaçao meio conturbada com seu empresario. Estamos falando do empresario Tom Parker, o famoso " coronel Parker " como gostava de ser chamado, O coronel vive da antipatia dos fas do rei, além de haver muitas historias escondidas e misteriosas a respeito de seu carater, sua forma de como lidar com o rei e até mesmo acusado de assasinato ( nao comprovado )..

"Colonel" Tom Parker (pseudônimo de Andreas Cornelius van Kuijk; Breda, 26 de junho de 1909 — Las Vegas, 21 de janeiro de 1997) foi um empresário do ramo da música, se tornando conhecido mundialmente por empresariar Elvis Presley de 1955 até 1977, talvez ele seja o empresário musical mais controverso e conhecido de todos os tempos.



Coronel Parker
Durante os anos 30, o coronel trabalhava com o "Royal American Shows", um circo que viajava pelos Estados Unidos e até mesmo o Canadá em um trem particular que continha aproximandamente 70 vagões. Podemos dizer que a escola de Tom Parker foi o circo, onde aprendeu, de certa forma, a manipular o público.Antes de Elvis, Tom Paker cuidou da carreria do famoso cantor country americano Eddy Arnold, entre 1944 e 1953. A patente de "Coronel" é um título honorário, que lhe foi concedido por Jimmie Davis, então governador da Louisiana no ano de 1948. Segundo alguns historiadores e fãs de Elvis, o relacionamento dos dois era estritamente profissional e nada além disso, nunca foram íntimos, conversavam na maioria das vezes para falar da carreira artística de Elvis. Quando Elvis foi ao exército no ano de 1958, a qual teria sido uma ideia de Tom Parker, Elvis nunca foi visitado pelo seu empresário, tudo isso devido a sua controversa identidade. Tom Parker é criticado por alguns fãs por não permitir que Elvis fizesse shows fora dos Estados Unidos, com exceção de cinco shows em 1957 no vizinho Canadá. No entanto, outros afirmam que Parker foi importante na divulgação de Elvis para o mundo, para que assim, todos conhecessem o talento do menino do sul dos EUA que viraria um mito..

Em uma edição recente da revista Essential Elvis A viúva do coronel, Loanna Parker,é compreensivelmente, muito positiva sobre seu marido anterior. Ela disse:
"O coronel jamais oscilou em seu compromisso de fazer o melhor trabalho que podia para Elvis. Assim, muito se tem escrito em uma luz negativa sobre como o coronel fez isso ou fez aquilo para impactar
negativamente o Elvis de alguma forma, e posso dizer-lhe que durante todo o tempo em que os vi juntos de 1969 até morte de Elvis  em 1977 nunca vi uma situação em que o coronel não fez o que era no melhor interesse de Elvis.
Nunca houve um tempo em que Elvis foi 'forçado ou coagido 'a fazer qualquer coisa que ele não queria fazer. Todo projeto que veio junto o coronel garantiu que Elvis aprovasse e assinado no mesmo. Você tem que entender, o coronel sabia o lado do negócio e Elvis sabia o lado criativo e eles permitiram um ao outro fazerem suas próprias coisas. Ninguém nunca disse a Elvis o que fazer. O relacionamento deles era muito complexo. "
 No entanto quando se examina a popularidade de Elvis se surpreende, você tem que considerar o fato de que foi ELVIS e suas performances dinâmicas que atingiram essa enorme impacto sobre adolescentes e de meia-América. Foi extraordinário o talento de Elvis que criou um grupo de fãs cuja devoção foi inigualável na história do pop. Gestão do coronel não causou isso. Ele foi causado pela necessidade do público em geral para uma mudança do pós-guerra social e musical combinada com o impacto dinâmico da criatividade de Elvis.

Embora muitas vezes foi declarado que Elvis manteve o excesso de trabalho devido à sua necessidade de dinheiro, há pouca dúvida de que uma estratégia de gestão de um lançamento do álbum inspirado (juntamente com singles associados), uma turnê e, talvez, um filme original por ano teria sido muito para manter o dinheiro rolar dentro
Na verdade milhões de dólares foram literalmente oferecido a Parker para Elvis fazer uma turnê no exterior. Isso não só criou os desafios que para Elvis era necessário para o manter saudável e interessado, mas também teria fornecido uma fonte fácil de dinheiro.
Assim, enquanto Elvis se tem sido responsabilizado pela forma como sua vida, infelizmente, saiu do controle ao seu fim trágico, não pode haver dúvida de que a má gestão Parker desempenhou um papel importante na sua morte de Elvis.





Curiosidades 
O coronel Tom Parker era suspeito de homicídio e foi diagnosticado como psicopata no Exército.

Qual o segredo para o senhor estar sempre ‘por cima’ da situa­ção", perguntou em 1960 um repórter da revista Variety ao coronel Thomas Andrew Parker (1909-1997), o tirânico empresário de Elvis Presley.
"Situação? É muito simples: eu sou a situação", respondeu Parker. Típico do coronel, que já foi descrito como "ególatra", "magnânimo", "paternal", "arrogante" ou "filho-da-p#$!", dependendo do humor - e da amizade ou inimizade - com o interlocutor. Parker estava pouco se lixando.
Privadamente, porém, o coronel escondia um passado nebuloso. Em 1933, quando era um soldado raso do Exército americano, Parker recebeu baixa. Diagnóstico: "Depressão aguda psicogênica, estado de psicopatia constitucional e psicose", declarou uma junta médica depois de Parker sofrer uma crise nervosa preso na solitária, por indisciplina. "Caráter violento e instável. Potencialmente homicida."
Paira ainda a suspeita de que tenha matado a bela Anna van den Enden, esposa de um verdureiro da cidadezinha de Breda, na Holanda.

"Tom Parker" era um nome falso. Andreas Cornelis van Kujik era um holandês adestrador de cães. Partiu ilegalmente aos EUA, em 1929, no mesmo dia em que Anna, sua suposta amante, foi espancada até a morte - segundo a polícia, um crime passional. Na América, adotou o nome que o deixou famoso e inventou uma biografia: dizia ter nascido em Huntington, Virgínia Ocidental.
Depois de expulso do Exército, trabalhou no circo e, nos anos 40, empresariou cantores country, como Jimmie Davis e June Carter (futura esposa de Johnny Cash). O título de coronel era honorífico - um mimo dado por Davis quando virou governador da Louisiana. Parker fora seu marqueteiro político.
Em 1955, virou empresário de Elvis. Seu mau temperamento era notório. Na gravadora RCA, os novos funcionários recebiam a instrução de "ser sempre amigáveis com o coronel", que era cruel com subalternos. Numa ocasião, expulsou do carro, em plena autoes­trada, o secretário particular Jason "Bevo" Bevis Jr. Jason era levemente retardado, e não acendera com rapidez suficiente o charuto do coronel.
Isso lembrava o seu próprio pai. Na adolescência, Andreas montou um número de circo com os cavalos da família. O pai se enfureceu e bateu de cinta nele em frente do público. "Seu inútil! Você nunca será nada na vida!"
A partir da fuga para os EUA, Andreas van Kujik não deu mais notícias à família. Em 1960, porém, sua cunhada o viu numa foto de revista feminina, ao lado de Elvis. Quase desmaiou. "Meu Deus! Esse é o Dries (apelido que a família dava a Andreas)", exclamou. O sobrinho de Parker, Ad Jr., escreveu para o fã-clube de Elvis uma carta endereçada ao coronel: "Você é mesmo o meu tio?"
Surpreendentemente, o coronel respondeu à carta, assinando "Andre" - e não "Tom". Convidou o sobrinho para passar uma temporada em Los Angeles. No entanto, não demonstrou emoção algu­ma ao receber do jovem notícias dos seus familiares.
Parker tinha medo do passado. Não se naturalizou americano. Checariam seu passaporte e poderiam descobrir algo. Por causa dessa obsessão com o sigilo, nunca permitiu que Elvis excursionasse fora dos EUA. Certa vez, declinou a oferta de US$ 2,5 milhões para uma turnê do Rei do Rock pela América Latina. Depois da morte de Elvis, o coronel mudou-se para Las Vegas, onde prestou assessoria de entretenimento para o Hotel Hilton.
Ok, Tom Parker tinha outro nome, saiu de modo esquisito da Holanda, e o Exército o julgava um psicopata. Mas isso faz dele um assassino? "Nunca saberemos", escreve Alanna Nash, biógrafa do coronel. Esse mistério foi junto com ele para o túmulo. O coronel faleceu em 21 de janeiro de 1997.




segundo testemunhas, o ouvido musical de Parker era zero e, das músicas que Elvis gra­vou, só gostava de Are You Lone­some Tonight. Porém, a relação com Elvis era de domínio quase total.
Parker decidia quais músicas devia gravar. Era o coronel que apro­vava os argumentos dos filmes de Elvis em Hollywood - apesar de não saber ler. Era, enfim, o coronel quem decidia sobre as amizades do cantor e até com quem deveria casar: pressionou Elvis a trocar alianças com Priscilla Beaulieu Presley em 1967, quando ela ficou grávida de Lisa Marie.
No show business, os em­pre­sá­rios normalmente ganhavam 10% de comissão sobre os clientes. Parker, no fim da carreira de Elvis, cobrava 50%. E achava pouco. "Elvis é que tira 50% de tudo que eu ganho", disse. Durante a carreira do cantor, o coronel fez vista grossa à sua dependência de barbitúricos, tranquilizantes e anfetaminas.
Elvis tentou uma rebelião contra a tirania. Em 1968, no especial de Natal da rede NBC, o coronel queria Elvis de Papai Noel. Elvis se apresentou de preto, cantou com garra as suas músicas prediletas. Foi um dos melhores momentos da sua carreira.
Mas, quando morreu, em 16 de junho de 1977, continuava preso à relação doentia. Segundo a jornalista Alanna Nash, autora de The Colonel - The Extraordinary Story of Colonel Tom Parker and Elvis Presley (2003), Elvis sofria de síndrome idêntica à das esposas abusadas. "Ele não conseguia lar­gá-lo, pois essa era a única vida que conhecia", diz ela.

 


Fontes
Wikipedia, VivaElvis blogspot, Humberto Sousa blogspot, Pablo Aluisio blogspot.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Castelos da Irlanda : Condado de Carlow

Como um ex morador deste pais frio e bastante simpatico e um grande apreciador de castelos
resolvi listas todos os castelos da Republica da Irlanda, incluindo fotos dos mesmos.
Começando pelos castelos do condado de Carlow. A Irlanda por mais que nao seja um pais grande tem milhares de castelos, entao acredito que seja melhor separar por postagem.
no proximo post, mais castelos de outros condados.





Condado de Carlow




Ballymoon Castle

O Castelo Ballymoon (em língua inglesa Ballymoon Castle) é um castelo atualmente em ruínas, classificado como Monumento Nacional,localizado em Bagenalstown.
O castelo foi provavelmente construído por Roger Bigod ou por um membro da família entre 1290 e 1310.

Carlow Castle 

O Castelo de Carlow (em língua inglesa Carlow Castle) é um castelo atualmente em ruínas, classificado como Monumento Nacional.
Foi construído provavelmente por Guilherme Marechal, 1.º Conde de Pembroke ou pelo seu filho, não muito tempo depois de o deixar à cidade em 1208.

Castelo de Huntington (Clonegal)






Castelo de Leighlinbridge



Ballyloughan Castle





  no castelo de Ballyloughan temos as ruinas de 4 castelos, vistas na foto acima.

Borris Castle



Clogrenan Castle



Clonmore Castle



Killenure castle




Shankill castle: (Paulstown)




Existem mais castelos em Carlow, na verdade mais de 30, porém nao possuem fotos, ou apenas algumas gravuras antigas pelo fato de haver apenas ruinas e as vezes nem isso. A Irlanda é riquissima em numero de castelos, incluindo muitos bem conservadores e com aquela aparencia de conto de fadas.
Nao perca entao o proximo post com mais castelos irlandeses.


domingo, 2 de setembro de 2012

icones do cinema : Denzel Washington

Continuando a biografia dos astros do cinema.

Icones do cinema : Denzel Washington


Filmografia
  • Protegendo o Inimigo (2012)
  • Incontrolável (2011)
  • The Book of Eli (2010)
  • O Sequestro do Metrô 123 (2009)
  • The Great Debaters (2007)
  • O Gângster (2007)
  • Déjà Vu (2006)
  • O Plano Perfeito (2006)
  • Sob o domínio do Mal (2004)
  • Homem em Fúria (2004)
  • Por um triz (2003)
  • Antwone Fisher / Voltando a Viver (2002)
  • Antwone Fisher (2002) - como ator e realizador
  • Um Ato de Coragem (2002)
  • Dia de Treinamento (2001) - Premiado nos Óscares, melhor actor
  • Remember the Titans (2000)
  • The Hurricane (1999)
  • O Colecionador de Ossos (1999)
  • Nova Iorque sitiada (1998)
  • He Got Game (1998)
  • Fallen (1998)
  • The Preacher's Wife (1996)
  • Courage Under Fire (1996)
  • Devil in a Blue Dress (1995)
  • Virtuosity (1995)
  • Crimson Tide (1995)
  • Philadelphia (1993)
  • The Pelican Brief (1993)
  • Much Ado About Nothing (1993)
  • Malcolm X (1992) aka X
  • Ricochet (1991)
  • Mississippi Masala (1991)
  • Mo' Better Blues (1990)
  • Heart Condition (1990)
  • Glory (1989)
  • O Poderoso Quinn (1989)
  • For Queen and Country (1988)
  • Um Grito de Liberdade (1987)
  • Power (1986)
  • A Soldier's Story (1984)
  • Carbon Copy (1981)

Biografia

Denzel Washington entrou na Universidade de Fordham para seguir o curso de Jornalismo, que deixou inacabado para seguir a carreira de actor. Estreou-se em telefilmes e obteve sucesso na telenovela St. Elsewhere de 1982.
A sua primeira grande oportunidade cinematográfica foi fornecida pelo realizador Richard Attenborough que o convidou para desempenhar o papel do activista sul-africano Steve Biko em Grita Liberdade / Um Grito de Liberdade em 1987 e dois anos depois conquistou o Óscar de Melhor Ator (coadjuvante/secundário) pelo seu desempenho de soldado num batalhão inteiramente negro durante a guerra civil americana em Tempo de Glória, de 1989.
Voltaria a repetir a nomeação desta vez para Melhor Ator (principal) pelo seu retrato do líder revolucionário Malcolm X de 1992. A sua carreira solidificou-se em êxitos de bilheteira como O Dossiê Pelicano ao lado de Julia Roberts, Filadélfia, co-estrelado por Tom Hanks - que ganhou seu primeiro Óscar neste filme - o thriller Maré Vermelha, de 1995, com Gene Hackman e o filme de guerra Coragem Debaixo de Fogo / Coragem Sob Fogo 1996.
Depois de protagonizar mais um thriller, O Colecionador de Ossos em 1999, obteve mais uma nomeação para Melhor Ator pelo filme Hurricane - O Furacão, baseado na história verídica do pugilista Rubin 'Hurricane' Carter, acusado injustamente de ter participado num duplo assassinato e encarcerado durante vinte anos até que um jovem fã, ao ler a sua autobiografia, tenta limpar o seu nome.
Washington voltaria à cerimónia dos Óscares em 2001, mas como vencedor, pelo seu desempenho no policial Dia de Treino / Dia de Treinamento, interpretando "Alonzo Harris", um agente do departamento de narcóticos que, ao acolher um agente noviço (Ethan Hawke), acaba por demonstrar a sua faceta de corrupto.
Ao aceitar o prémio, Denzel o dedicou ao ator Sidney Poitier, homenageado pelo conjunto de sua carreira nessa mesma noite única, que entrou para a história do cinema e da Academia como a noite em que dois atores negros, Denzel Washington e Halle Berry, venceram as categorias de Melhor Ator e Melhor Atriz.
Consagrado como uma das principais estrelas de Hollywood, continuou a apostar nos registros dramáticos: em John Q de 2002, foi um pai desesperado que decide manter como refém todo um hospital como protesto por não procederem a um transplante de coração ao seu filho e estrelou em 2004, ao lado de Meryl Streep, Sob o Domínio do Mal, sinistra e competente refilmagem do sucesso dos anos 60, com Denzel no papel que pertenceu a Frank Sinatra.
O ator é casado com Pauletta Washington desde Junho de 1983 com quem tem quatro filhos: John David (1983), Katia (1987) e os gémeos Olivia e Malcolm (1991).
Washington é um cristão devoto. Em 1995, doou 2,5 milhões de dólares para ajudar projectos de construção da pentecostal norte-americana Igreja de Deus em Cristo.





Nome completo Denzel Hayes Washington Jr.
Nascimento 28 de Dezembro de 1954 (57 anos)
Estados UnidosMount Vernon, Nova York, Estados Unidos
Nacionalidade Estados Unidos Norte-americano
Ocupação Ator
Altura 1,84 m
Cônjuge Pauletta Pearson Washington (1983-presente)
Oscares da Academia
Melhor Ator Coadjuvante
1990 - Glory
Melhor Ator
2002 - Training Day
Prémios Golden Globe
Melhor Ator Coadjuvante em Cinema
1990 - Glory
Melhor Ator em Filme Dramático
2001 - The Hurricane
Urso de Prata
Melhor Ator
2002 - Training Day
Outros prêmios
MTV Movie Award de Melhor Ator
1993 - Malcolm X
MTV Movie Award de Melhor Vilão
2002 - Training Day
LAFCA de Melhor Ator
2002 - Training Day